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Desabafo Coletivo contra gerentes de Recursos Humanos e políticas de diversidade e inclusão.

Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site: Twitter de Emerald Apple.
Autoria do texto: Emerald Apple.
Data de Publicação: .
Leia a matéria na íntegra clicando aqui. Twitter de Emerald Apple



O texto abaixo é uma resposta a um post que faz piada com jovens de escritório (estilo Gen Z, animadas, cheias de poder) com a legenda “Chefes da geração Z na fila do pão” (desempregadas, passando fome). É o tipo de jovem tem que poder real no departamento de RH, seguindo a ideologia DEI. Elas interrogam pessoas, fabricam acusações de racismo, destroem carreiras e se sentem importantes.

Hoje, muitas empresas (especialmente tech e biotech) estão cortando custos. DEI e HR foram os primeiros cortes em várias companhias. A piada sugere que o comportamento abusivo e ideológico dessas “inquisidoras” contribuiu para sua própria demissão (empresas perceberam que elas criavam mais problemas do que soluções).


A seguir, a resposta de Emerald Apple a Michael(Poltfan)((JapanDayTripper)):

Meu encontro mais perturbador com o RH aconteceu quando eu trabalhava como cientista sênior em uma empresa de biotecnologia, há muito tempo.

Estavam realizando auditorias de racismo e, devido a minha asiática, fui alvo de um interrogatório estilo inquisitório. Basicamente, foram cerca de 30 minutos em que elas… mulheres da Geração Z com uma postura defensiva, tentaram me fazer dizer que eu havia sofrido racismo na empresa.

Elas interpretavam cada pequeno comentário, piada, brincadeira e conversa que meus colegas “brancos” tinham comigo como uma espécie de código racista velado. Queriam que eu “denunciasse” meus colegas de trabalho como “racistas” para que o RH pudesse crucificá-los. Eu sabia que estavam gravando tudo, então tive que ter muito cuidado com as palavras.

Mantive minhas respostas extremamente curtas, geralmente com uma resposta de uma palavra só de “não”, ou algo que não tinha contexto, ou que era uma interpretação equivocada.

Elas estavam, literalmente, tentando fabricar problemas para perseguir pessoas e justificar sua própria existência. Elas estavam tentando me provocar, extrair de mim as respostas “certas”, mas eu me recusei a entrar no joguinho estúpido delas.

Depois que a entrevista terminou, e depois que a pequena caça às bruxas racistas delas não funcionou, elas partiram para outros alvos, outras minorias, outros problemas estúpidos com os quais ninguém se importava.

Aqui o vídeo original da imagem acima. As mulheres se descrevem (e zoam umas às outras) de forma leve, sexualizada e autodepreciativa, enquanto dançam. É o tipo de vídeo que mostra o lado “descontraído e confiante” delas no ambiente de trabalho:

Abaixo, os comentários na postagem que, agrupados por similaridade temática, priorizando a frequência e as ideias principais, dividem-se assim:

1. Experiências pessoais semelhantes / “Isso aconteceu comigo também” (grupo mais comum).

Muitos usuários compartilharam histórias análogas de “auditorias de racismo” em RH, inquisições sobre DEI, treinamento de viés inconsciente ou pressão para relatar/inventar problemas contra colegas (geralmente brancos).

Exemplos: ocorrências na Amazon, departamentos médicos/de pesquisa com cotas, reuniões de “diversidade” excluindo certos grupos, demissões ou reclamações sobre comentários triviais/mal interpretados.

Tom: Validação da história do post original + frustração com o drama fabricado.

2. Crítica ao RH/DEI como Tóxico ou Sem Sentido grupo predominante)

Pede para abolir ou reduzir drasticamente os departamentos de RH (“Você só precisa da folha de pagamento”).

Descreve o RH como parasita, abusador de poder ou existente para justificar seus próprios empregos, criando conflitos.

Alfinetadas específicas: “Munchausen no trabalho”, psicopatas femininas buscando dano/poder, meninas do ensino médio maldosas, unidade incompetente mas protegida.

Sugestões: A IA poderia substituir a maioria das funções; as empresas têm um desempenho melhor sem elas.

3. Ataque a homens brancos / racismo anti-branco (frequente)

A anedota do post original foi enquadrada como evidência de caça às bruxas anti-branco (especialmente do homem branco).

HR/DEI acusado de tokenizar* minorias para atacar brancos, “bioleninismo” ou racismo reverso.

Relacionados: Asiáticos como “brancos adjacentes” e próximos alvos; reclamações sobre discriminação na contratação de homens brancos/asiáticos qualificados.

4. Gen Z/Mulheres Jovens no RH como Inquisidoras Zelosas

Vínculo direto com o meme citado: Mulheres jovens retratadas como pessoas ideologicamente motivadas, com um chip-no-ombro**, que passam de “peculiares” para destrutivas.

Referências a 1984 (“mulheres mais zelosas”), Cheka*** ou sessões de crítica e autocrítica****.

Ironia observada: As interrogadoras eram as verdadeiras racistas por meio da tokenização e fixação racial.

5. Conselhos / Táticas de Mudança de Roteiro

Sugestões para reverter a linguagem deles como arma (por exemplo, alegar que o RH está assediando/tokenizando racialmente você, ameaçar de processos).

Elogios pelas respostas curtas de “não” do post original e pela recusa em seguir em frente.
Histórias de repelir com sucesso ou CEOs dissolvendo equipes DEI.

6. Crítica ideológica/anti-Woke mais ampla

Ligações ao marxismo, “anti-racismo = racismo contra brancos”, exploração de queixas [para ganhar dinheiro] (ao estilo SPLC*****).

Sinalização da virtude corporativa (logotipos do arco-íris, perfis de orgulho, treinamentos misandristas) chamada de inútil ou semelhante a um culto.

Observações sobre as mediocridades ganhando poder para destruir pessoas competentes.

7. Grupos menores / fora da curva

Ceticismo/rejeição (“inventado” ou resistência de baixo esforço).

Defesas das mulheres no meme (nem todas as mulheres da Geração Z são tiranas dos recursos humanos; algumas são empreendedoras de sucesso).

Tangencial: misoginia geral (“demita todas as mulheres e gays”), rancor racialmente realista ou acordo não relacionado.

Sentimento geral: fortemente anti-HR/DEI, com forte ressonância em torno da imposição ideológica no local de trabalho, discriminação reversa e excesso burocrático. A natureza viral do post (mais de 47 mil curtidas) amplifica as queixas compartilhadas por profissionais (especialmente técnicos/biotecnológicos, corporativos) que se sentiram alvos ou testemunharam “auditorias” semelhantes. Com frequência, as respostas principais amplificam a história com humor, referências históricas/literárias ou pedidos de reforma. O dissenso é mínimo e o engajamento baixo.

* Tokenização: No contexto de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), tokenization significa usar pessoas de minorias (como negros, asiáticos, mulheres, etc.) de forma simbólica ou superficial apenas para “marcar presença” de diversidade, sem dar poder real, voz ou oportunidades iguais. É como colocar uma pessoa de minoria em uma foto ou cargo para parecer inclusivo, mas sem mudar nada de verdade. No post original, as jovens do RH usaram o cientista asiático como “token” para atacar funcionários brancos.

** Pessoa com “um chip no ombro” (ou “ressentimento crônico”): Significa alguém que anda sempre ressentido, facilmente ofendido, com sentimento de vítima ou inferioridade, e que procura motivos para se sentir injustiçado ou brigar. No post, refere-se a jovens (especialmente mulheres no RH) que parecem carregar raiva constante e usam o poder para “acertar contas”.

*** Cheka: foi a primeira polícia secreta soviética, criada por Lenin em 1917. Era famosa por repressão brutal, terror vermelho, prisões em massa e execuções de “inimigos do povo”. É usada como analogia para órgãos ideológicos que perseguem dissidentes.

**** Sessões de “crítica e autocrítica” públicas durante a Revolução Cultural de Mao na China. A vítima era humilhada em público (gritos, acusações, placas no pescoço, agressões), forçada a confessar “crimes” ideológicos e se humilhar. Analogia usada para reuniões de “diversidade” ou cancelamentos onde há pressão pública para confissão.

***** SPLC (Southern Poverty Law Center): Organização americana que se apresenta como defensora de direitos civis, mas rotula grupos conservadores, cristãos ou de direita como “grupos de ódio” de forma exagerada ou politizada. Acusada de fabricar ameaças para arrecadar doações. Recentemente enfrentou acusações graves de fraude.

Conclusão

A grande repercussão do post decorre de uma causa psicológica mais profunda: indivíduos com altos níveis de ressentimento e mentalidades de vitimização são naturalmente atraídos por papéis de RH e DEI, onde ganham poder fabricando ameaças em vez de resolver problemas reais.

Estas posições recompensam a resolução de queixas e o policiamento moral, atraindo pessoas que convertem sentimentos pessoais em autoridade institucional. Isto cria ciclos auto-reforçados de imposição ideológica e discriminação inversa que priorizam a identidade em detrimento da competência.


REUNIÕES DE PRODUTIVIDADE DO GERENTE O DIA INTEIRO
“Chefa Gen Z e uma mini”
“Peitinhos pequenos e um bob”
“1,60m e muita atitude”
“Produto secreto e uma capa”
“Nova garrafa Frank Green e um affair escondido”
“Mãos de bronzeamento fake e um brinco de argola”
QUEM É DEMITIDO POR REDUÇÃO DE QUADRO

Imagem:
Dolores Umbridge, personagem de Harry Potter.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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