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O trabalho se torna obsoleto, deixando o homem sem renda.

Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site: Twitter de Michael O’Fallon.
Autoria do texto: Michael O’Fallon.
Data de Publicação: .
Leia a matéria na íntegra clicando aqui. Twitter de Michael O’Fallon

Espero que vocês percebam que um dos propósitos dos lockdowns da pseudopandemia de 2020-2021 foi apresentar à civilização um mundo sem trabalho.

As pessoas em nossa nação foram divididas em dois grupos:

– Trabalhadores Não Essenciais

– Trabalhadores Essenciais

Em outras palavras, os Trabalhadores Não Essenciais não eram necessários para a recém-ajustada economia pandêmica.

Os trabalhadores essenciais – governamentais, da área da saúde, de viagens essenciais – eram necessários, mas o trabalho começou a acelerar a criação da automação para um futuro mundo sem Trabalhadores Não Essenciais e Essenciais.

A pandemia ajudou o mundo a ver o que poderia ser, descarregado do peso do que já foi. *

Foi a transição de um mundo regido pela liberdade, pela escolha individual e pelo capitalismo de livre mercado para a do mundo tecno-comunico-fascista-gnóstico do subjetivo e digital que substituirá o objetivo e o humano.

Agora estamos acelerando esse movimento rumo à 4ª Revolução Industrial.

* Alusão à frase repetida à exaustão pela candidata de esquerda à presidência da república dos EUA na eleição de 2024

James Lindsay interpreta a frase como um encantamento esotérico (com significado oculto) marxista/gnóstico/luciferiano, não uma citação literal de Marx. Em sua visão:

– repete o pensamento marxista: libertar-se do “que tem sido” (condições históricas, lutas de classe, tradições, propriedade privada, sociedade existente) para alcançar “o que pode ser” (uma nova ordem revolucionária, comunismo, emancipação humana).

– Ele cita paralelos como o Manifesto Comunista (a história como luta de classes; a revolução emancipa a humanidade dela) e os Manuscritos Econômicos e Filosóficos de Marx (1844), onde o despertar da consciência socialista transcende a alienação e as antigas restrições.

– Lindsay estende isso para derivações modernas: Teoria Queer (“a queerness ainda não está aqui… um horizonte”), Teoria da Raça Crítica/antiracismo e projetos revolucionários mais amplos (o primeiro ano da Revolução Francesa, o ano zero de Pol Pot, ideias do Grande Reset).

– Ele o enquadra como um padrão gnóstico de rejeitar o mundo material/histórico defeituoso em busca de uma realidade nova e iluminada – com conotações ocultas/luciferianas (Lúcifer se rebelando para criar sua própria ordem “descarregada” da criação de Deus).

Lindsay vê Harris repetindo isso como uma forma de canalizar essa mentalidade revolucionária, mesmo que inconscientemente ou de forma estillística.

Michael O’Fallon trata a frase igualmente como reveladora da ideologia revolucionária marxista/progressista. Ele discute como ela é um sinal de querer descartar a ordem existente (tradição, história, capitalismo, etc.) para uma sociedade transformada. Ele conecta isso a padrões esquerdistas mais amplos como “a questão nunca é a questão: a questão é sempre a revolução”.

A ideia de rejeitar os fardos da história/tradição para um futuro utópico está alinhada com o marxismo revolucionário (e outros movimentos radicais). Críticos como Lindsay e O’Fallon argumentam que isso revela a visão de mundo de dos que usam essa frase como fundamentalmente transformadora e desdenhosa das lições/instituições do passado.

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Imagem:
New York, 2020. Peter Titmuss/education images/universalgroupimages

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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