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Revolucionário: Michael Behe e o mistério das máquinas moleculares

Darwin está morto, e também o darwinismo. Um pequeno organismo o demonstra.

Charles Darwin pensava que toda a vida descendia de uma origem comum por meio de um processo de “seleção natural”, também conhecido como sobrevivência do mais apto. Em 1856, Darwin escreveu a seu amigo Asa Gray que havia apenas duas possibilidades para a complexidade que testemunhamos hoje: “As espécies foram criadas independentemente ou descendem de outras espécies …”

O significado dessas palavras se multiplica exponencialmente no contexto dos debates científicos de hoje. Darwin diz que ou uma espécie se cria de maneira independente e proposital, ou somos o resultado de uma seleção aleatória. A descoberta científica subsequente mostrou claramente que a complexidade dos organismos se explica de forma mais racional por um Criador do que por acaso. Contudo, num nivel básico, ainda se ensina Darwin em todo o mundo. O evolucionismo é uma ideologia que se encontra não apenas na biologia, mas é o pressuposto subjacente a todos os estudos acadêmicos.

Em outras palavras, abraçamos a primeira afirmação de Darwin e ignoramos a segunda. Pela própria medida de Darwin, o que a ciência descobriu desde Darwin deveria levar todo cientista honesto a reconhecer um Projetista Inteligente, isto é, o Deus Criador.

“Seleção natural” é o termo que Darwin usou para descrever mudanças naturais, sem uma inteligência orientadora, processos sem projeto ou propósito. Seu paralelo, como ele o concebia, era que a natureza seleciona aleatoriamente, sem propósito ou direção, em contraste com o que os seres humanos fazem ao selecionar por sua inteligência, imaginação e vontade.

“Seleção artificial” é a criação de cães, rosas ou uvas por meio da qual a inteligência humana controla o processo para atingir um determinado propósito. Os criadores de cães podem desenvolver uma raça com maior capacidade de pastorear e proteger ovelhas. Os cultivadores de uvas cultivam uma nova uva por sua fragrância ou sabor. Em todos esses casos, os seres humanos conduzem o processo desde o ponto de sua imaginação, por meio de sua atividade intencional, até o produto final.

Em um mundo onde as pessoas são livres para observar, raciocinar e tirar conclusões a respeito da vida, colocar a fé em um Projetista Inteligente é uma posição mais robusta do que considerar o universo como um acidente cósmico. Embora a última visão nos deixe “livres” para viver sem restrições morais, ela tem um custo alto: uma vida sem propósito. E, claro, sem nenhuma verdadeira liberdade também.

Em minha opinião, é por isso que o mundo moderno está tão bagunçado. As pessoas vivem uma vida de licença desenfreada para seguir seus próprios instintos, “as pessoas que pegam”, em vez das que vivem uma vida de liberdade e generosidade, “as pessoas edificantes”.

Charles Darwin viu uma grande falha em sua própria teoria. Ele não apenas identificou essa falha potencial, mas até mesmo ofereceu um desafio em seu livro A Origem das Espécies: “Se pudesse ser demonstrado que existia algum órgão complexo que não pudesse ter sido formado por numerosas, sucessivas e ligeiras modificações, minha teoria se invalidaria por completo.”

O próprio Darwin aponta o caminho para o fim de sua própria teoria. O bioquímico Michael Behe, da Universidade de Lehigh, estabeleceu, nos próprios termos de Darwin, como e por que a teoria de Darwin “invalidou-se”. Dr. Michael N. Keas escreve:

Há cerca de meio século, os biólogos descobriram que algumas bactérias nadam por meio de um flagelo giratório, que é uma hélice longa, em forma de chicote, conectada a um motor que está situado dentro da membrana celular. Cerca de vinte anos depois disso, Behe ​​descobriu que o flagelo bacteriano e muitas outras máquinas moleculares dentro das células vivas exibem uma propriedade que ele chamou de “complexidade irredutível”, e que implicava que eles não poderiam ter se originado por um processo material não guiado, como a seleção natural. Behe deu início a uma revolução com seu livro que anunciava sua descoberta: “A Caixa Preta de Darwin” (1996), que vendeu 300.000 cópias.

Isso não é jogar a fé contra a ciência porque o darwinismo é teoria, não ciência. O evolucionismo, que dominou a vida acadêmica e intelectual ocidental desde 1850, provou-se errado, nos próprios termos de Darwin. A ciência provou que Darwin estava errado! No entanto, a ciência moderna e seus seguidores continuam a rejeitar a ciência por uma  ateísta.

Não há conflito entre a fé bíblica e a ciência. Existe um conflito entre a ciência moderna e a fé ateísta. É aconselhável seguir o conselho de Darwin e reconhecer que sua teoria da evolução está morta.

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Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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