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O que a cruzada pró obesidade não conta para você.

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Um artigo sugere as mudanças que seu ambiente de trabalho pode fazer para acomodar melhor as pessoas gordas. O autor sugere, por exemplo, que quaisquer “programas de bem-estar no escritório” devem ser “neutros em relação ao peso”. Em outras palavras, você deve redefinir o bem-estar para incluir obesidade mórbida e doenças cardíacas. Em outras palavras, você deve redefinir bem-estar para incluir mal-estar. Também recomenda-se que qualquer brinde de escritório, como camisetas, deva vir em tamanhos grandes o suficiente para se dobrar como um lençol (estou parafraseando). Também havia esta dica: 

“As empresas que levam a sério a inclusão de tamanho devem olhar para suas instalações e espaços de trabalho, diz […] a vice-presidente e diretora de relações públicas da National Association to Advance Fat Acceptance (Associação Nacional para Promover a Aceitação da Gordura). Pense em incluir assentos sem braços ou uma combinação de cadeiras e bancos comuns para acomodar corpos maiores. A organização criou um guia de RH e define uma cadeira size-friendly [de “tamanho amigável”] como aquela com assento de 22,25 ″ largura x 20,75 ″ profundidade e encosto de 23 ″ largura x 23 ″ a. Os assentos das cadeiras devem ter altura ajustável entre 19,5 ″ a 23,5 ″ e devem acomodar pelo menos 205 k.”

205 quilos. […] Meu ponto aqui é que 205 quilos é muito, muito, muito, extremamente acima do peso. 

Como vimos constantemente, a “aceitação da gordura” é explicitamente um apelo à aceitação (também comemoração e afirmação, pois elas sempre vêm juntas como um pacote) da obesidade extrema, mórbida e fatal. Os campeões da positividade corporal costumavam fazer campanha contra os padrões de beleza irrealistas estabelecidos por supermodelos anoréxicas. Agora eles fazem campanha contra os padrões de beleza irrealistas estabelecidos por uma cadeira que suporta apenas 135 quilos. Assim que a positividade do corpo deu lugar à aceitação da gordura, tornou-se algo muito pior do que bobo, mas bem intencionado. Agora é totalmente perverso, perigoso e anti-humano, uma comemoração da autodestruição. Não devemos participar.

Matt Walsh, apresentador do  The Matt Walsh Show

Imagem:

O site do fabricante, Juvo, explica a indicação do utensílio:

A varinha auxiliar d e higiene pessoal é uma solução elegante e digna para quem tem amplitude de movimento limitada e, portanto, precisa de uma ajudinha no vaso sanitário.

Outro fabricante lista os tipos de pessoa que necessitam do produto:

Qualquer pessoa com mobilidade limitada devido a:

  • Lesões na coluna
  • Paralisia parcial
  • Paraplegia
  • Dor no ombro
  • Lesões no braço
  • Lesões cerebrais / na cabeça
  • Strokes
  • Artrite
  • Obesidade
  • Diabetes
  • Paralisia cerebral


Observe que obesidade está numa lista de deficiências físicas. Pode-se argumentar que se trata de preconceito, mas não se pode negar que se trata de uma condição que causa limitação e, consequentemente, dependência.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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