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Dr Faucci, o Mandetta do Trump.
Foto: USATSI

Condensação de artigo de Ethan Yang no AIER, American Institute for Economic Research.

Três dos principais epidemiologistas do mundo lançaram uma declaração com relação ao Covid-19. Eles defendem uma abordagem drasticamente diferente da resposta política prevalecente. Em vez do lockdown, eles apelam para que a abordagem seja focada na proteção. Defendem que existem certas compensações que devem ser pesadas e afirma a necessidade de preservar o máximo possível o funcionamento normal da sociedade. Milhares de profissionais da saúde, pesquisadores e público em geral já assinaram a declaração.

Quer você concorde ou não com o conteúdo da carta, a ideia de abrir a economia e buscar imunidade coletiva é uma posição endossada por especialistas de diferentes profissões em todo o mundo. Se essa é ou não uma boa política, só pode ser decidido por implementação e debate. 

Há pouca conversa sobre as compensações dos lockdowns, muito menos sobre uma proposta alternativa. Quem se desviam do roteiro é imediatamente demonizados. São chamados de “não científicos” entre muitos outros nomes caluniosos, enquanto a discussão científica e empírica ainda está para ser vista. As pessoas parecem ficar um pouco ofendidas quando você questiona a palavra sagrada dos lockdowns.

A professora Sunetra Gupta chamou o bloqueio, literalmente, de religião em um simpósio político. Ela observou a pregação constante, as propostas ridículas, a hostilidade aberta até mesmo contra uma simples discussão que conteste o regime vigente.

Silenciar o debate e demonizar aqueles que discordam de você tem mais lugar na Inquisição Espanhola do que nos corredores da ciência. A política pública é informada não apenas por teorias experimentais, mas por observações do mundo real e contribuições de uma variedade de perspectivas. A Declaração do Grande Barrington é um pedaço da história e uma força intelectual que busca mudar o mundo para melhor. Não é uma petição genérica ou uma peça obscura de desinformação. 

Abaixo, alguns trechos da declaração:

Como epidemiologistas de doenças infecciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19[…].

[…]As atuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos  e deterioração da saúde mental [grifo nosso]– levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo mais pesado.[…]

Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.

[…]

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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