A tarefa que temos pela frente não é a abolição da hierarquia, mas sim a sua correta organização. Tanto as Escrituras quanto a experiência humana testemunham que a autoridade e a estrutura fazem parte da essência da ordem criada por Deus.
A questão não é se as hierarquias existirão, mas se serão governadas pela justiça — recompensando a competência, a integridade e o serviço fiel — ou corrompidas pela manipulação e coerção.
Quando os homens tentam desmantelar completamente essas estruturas em nome da libertação, eles compreendem mal tanto a natureza humana quanto a sabedoria inerente à autoridade ordenada.
Como somos criaturas caídas, a remoção da ordem legítima não produz liberdade; produz instabilidade. A autoridade que é controlada e responsável pode servir à humanidade e à sociedade, mas a autoridade destruída deixa um vácuo que a desordem preenche rapidamente.
Repetidamente, movimentos que buscam derrubar instituições imperfeitas em nome da “equidade” descobrem que o caos que se segue é muito mais destrutivo do que as estruturas falhas que substituíram.
A verdadeira reforma não significa a erradicação da ordem, mas a sua restauração segundo a justiça, a humildade e a lei moral que, em última instância, procede de Deus.
xhttps://x.com/SovMichael/status/2030624413708689902
Imagem:
Yashasvi Nagda,
via unsplash






