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Cultos, histeria e movimentos de massa atraem mais os infelizes do que os felizes.

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Por Dennis Prager. Leia o artigo original aqui.

Durante grande parte da minha vida, eu, como a maioria das pessoas, considerava a busca da felicidade em grande parte egoísta. Uma das grandes revelações da meia-idade é que a felicidade, longe de ser apenas uma busca egoísta, é uma exigência moral.

Quando pensamos em traços de caráter, pensamos corretamente em honestidade, integridade, coragem moral e atos de altruísmo. Poucas pessoas incluem a felicidade em qualquer lista de traços de caráter ou realizações morais.

Mas a felicidade é tanto uma coisa quanto outra.

A felicidade, ou pelo menos agir de forma feliz, ou pelo menos não causar infelicidade aos outros, não é menos importante para tornar o mundo melhor do que qualquer outra característica humana.

Com algumas exceções, pessoas felizes tornam o mundo melhor e pessoas infelizes o pioram. Isso é verdade nos planos pessoal (micro) e global (macro).

No plano micro:

Considere os efeitos de um pai infeliz sobre um filho. Pergunte às pessoas criadas por um pai infeliz se essa infelicidade as machucou.

Considere os efeitos de um cônjuge infeliz no casamento.

Considere os efeitos de crianças infelizes sobre os pais. Conheço um casal que tem quatro filhos de meia-idade, dos quais três são pessoas verdadeiramente extraordinárias, extraordinariamente bem ajustadas e decentes. O quarto filho foi infeliz a maior parte de sua vida e tem sido uma fonte inesgotável de dor para os pais. A infelicidade de um filho sempre ofuscou a alegria que os pais sentem com os outros três filhos. Daí o ditado de que uma pessoa não é mais feliz que o filho menos feliz dessa pessoa.

Considere os efeitos de um colega de trabalho melancólico em você e nos seus colegas de trabalho, sem mencionar a enorme diferença entre trabalhar para um empregador feliz ou mal-humorado.

Deveríamos considerar o mau humor, assim como o odor corporal ofensivo. Assim como tomamos banho todos os dias para não infligir odores corporais aos outros, também devemos monitorar nosso mau humor para não o infligir aos outros. Tomamos banho, em parte, por nós mesmos e, em parte, por obrigação para com os outros. O mesmo deve ser verdadeiro em relação ao humor; e, assim como evitamos quem não toma providências a respeito do odor corporal, devemos evitar, sempre que possível, quem não faz nada a respeito de seu mau humor.

O outro lado do dano, que as pessoas infelizes causam quando sujeitam os outros à sua infelicidade, é o bem que as pessoas fazem quando são felizes, ou pelo menos agem de forma feliz. Pense em como você quer ajudar mais as pessoas quando está particularmente feliz e você perceberá quanto muito mais bem é provável que o feliz faça.

No plano macro, o argumento para a relação entre felicidade e bondade é aparente da mesma forma.

É seguro dizer que os alemães mais felizes não foram os que aderiram ao Partido Nazista. Os europeus mais felizes também não se tornaram comunistas. E muçulmanos felizes geralmente não estão entre os que exaltam a morte. O lema do Hamas e de outros grupos islâmicos engajados no terror: “Nós amamos a morte tanto quanto os [americanos, judeus] amam a vida”, não agrada aos muçulmanos felizes.

Cultos, histeria e movimentos de massa atraem mais os infelizes do que os felizes. É mais um exemplo do gênio dos fundadores da América ao incluirem “vida, liberdade e busca da felicidade” na Declaração de Independência. Nenhuma outra civilização importante consagrou dessa forma a felicidade como um valor central. Essa crença americana no mérito moral e social em buscar a felicidade é uma das principais razões pelas quais os Estados Unidos se desenvolveram de maneira diferente da Europa. A ênfase americana na felicidade é uma das razões pelas quais nenhum movimento político ou religioso fanático, de esquerda ou de direita, foi capaz de ter sucesso nos Estados Unidos, enquanto que esses movimentos tiveram, repetidamente, sucesso na Europa.

A busca da felicidade não é a busca do prazer. A busca do prazer é o hedonismo, e os hedonistas não são felizes porque a intensidade e a quantidade de prazer devem ser constantemente aumentadas para que o hedonismo funcione. O prazer para o hedonista é uma droga.

Mas a busca da felicidade é nobre. Beneficia todos os envolvidos na busca e beneficia a humanidade. É por isso que a felicidade é uma obrigação moral.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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