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Academia, Entretenimento e Mídia pedófilos trabalham em prol da sexualização das crianças.

Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site: Facebook de Aldo Ghenadiev Lebed.
Autoria do texto: Carlos R. Matos Filho.
Data de Publicação: .
Leia a matéria na íntegra clicando aqui. Facebook de Aldo Ghenadiev Lebed

Reparem em cada passo dado no Brasil para *legalizar a pedofilia* e em como a pauta já está avançada:

1- Nos anos 70 a nossa esquerda universitária passou a importar textos de filósofos, antropólogos e polemistas estrangeiros que defendem a pedofilia e aplicá-los em projetos de pesquisas e em discussões acadêmicas.

Lolita, filme de 1967

2- Enquanto a aceitação acadêmica da pedofilia ia aumentando, os condutores das massas começaram a implementar a sexualização precoce nos meios de comunicação, através de músicas pornográficas voltadas para adolescentes e crianças e a exibição de crianças seminuas simulando atos sexuais em programas de calouros.

Amor Estranho Amor, filme com Xuxa

3- Após discutida a pedofilia nas ciências humanas e sociais, juristas começaram a lutar para diminuir e relativizar a idade de concenso para o sexo entre menores e maiores de idade. Tribunais superiores produziram súmulas e orientações jurisprudenciais relativizando a pena para o sexo consensual feito com alguém abaixo da idade permitida em lei.

4- Exposições artísticas estão sendo feitas com dinheiro público com o objetivo de chocar as pessoas e gerar uma discussão sobre a pedofilia. A medida que essas exposições forem se intensificando as pessoas tenderão a deixar de se chocar com imagens de crianças envolvidas com atos sexuais, devido ao bombardeamento midiático feito sobre o assunto.

5- O pedófilo está deixando de ter sua imagem associada à de um criminoso e passando a ser visto como um doente. O objetivo disso é gerar compaixão em torno dele e gerar apoio ao indivíduo que transa com crianças. Já estão tentando mudar o termo “pedófilo” para “pedoafetivo”, “amor transgeracional”, etc. Congressos de psiquiatria têm dedicado aulas, simpósios e mesas redondas sobre a pedofilia como distúrbio psiquiátrico.

6- Ativistas universitários já estão tratando, com apoio da ONU e de Ongs internacionais de direitos sexuais e reprodutivos das crianças.

7- As crianças, extremamente sexualizadas devido ao trabalho da mídia e das escolas, serão vistas como detentoras de direitos sexuais e o conceito de consentimento será rediscutido juridicamente como um direito natural da criança ao sexo.

Xuxa em seu programa infantil na TV Manchete

8- A ideia do pedófilo como um doente será aos poucos deixada de lado e acusada de preconceituosa. A atração por crianças passará a ser vista como uma orientação sexual normal que deve ser respeitada.

Brooke Shields.
Aos 11 anos ela interpretou uma prostituta num meretrício. Sobre ela ter sido “rifada” para um homem, o comentário à época era de que o filme retratava a realidade.

9- O movimento LGBT abraçará a pauta da pedofilia como um direito humano. A mídia passará a mostrar de maneira romântica o envolvimento de crianças com adultos e surgirão movimentos financiados de fora em prol do direito humano ao sexo intergeracional.

A Menina do Lado, filme de 1987 em que a personagem de Flávia Monteiro, de 14 anos se relaciona sexualmente com o personagem de Reginaldo Faria.

10- Será feito o possível para descriminalizar a pedofilia e silenciar como propagadores de preconceitos e crimes de ódio todos aqueles que forem contrários. Haverá uma luta para que pais percam o direito de preservar a inocência e a intimidade de seus filhos. A esquerda fará de tudo para massacrar o pátrio poder, usando do Estado para tomar crianças de pais que não achem certo o sexo entre crianças e adultos.

Só posso me evidenciar como gay porque outros assumiram meu estigma. Passar adiante, sinto que devo.
É POR ISTO que penso que P___ e todas as outras sexualidades estigmatizadas com as quais as pessoas nascem PERTENCEM ao GLBT2QA+. Tudo o mais é hipocrisia.
Aliar-se com o que já é popular não é liberalismo.

 Dê só uma olhada nos pensamentos dos grandes autores do feminismo e da revolução sexual:

“Falando em termos biológicos, não existe, na minha opinião, nenhuma relação sexual que eu considere anormal […] Levar a cabo qualquer tipo de atividade sexual é libertar-se do condicionamento cultural que a sociedade impõe, e que leva a fazer distinções entre o que é bem ou mal, entre o lícito e o ilícito, entre o normal e o anormal, entre o aceitável e o inaceitável na nossa sociedade”.
Alfred Kinsey

“Todas aquelas instituições que segregam os sexos ou separam as crianças da sociedade adulta […] devem ser destruídas. E, se as distinções culturais entre homens e mulheres e entre adultos e crianças forem destruídas, nós não precisaremos mais da repressão sexual que mantém essas classes diferenciadas, sendo pela primeira vez possível a liberdade sexual natural….Assim, chegaremos à liberdade sexual para que todas as mulheres e crianças possam usar sua sexualidade como quiserem […] serão permitidas e satisfeitas todas as formas de sexualidade. A mente plenamente sexuada tornar-se-ia universal.”
Shulamith Firestone

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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