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A dificuldade em abordar o assunto está na dificuldade do adulto em lidar com o tema.

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1. Utilize circunstâncias do cotidiano para descrever o ciclo de vida que podemos observar nas plantas, animais e pessoas – nascimento, crescimento e morte. Enfatize que é um ciclo natural e universal, pois acontece com todos. É também irreversível, o corpo para de funcionar, ou seja, a pessoa não pode mais ver, ouvir, falar, comer, se locomover, sentir firme, medo, dor… e não volta a funcionar. Essa conversa deve vir de forma tranquila e clara, sem forçar a barra.

2. Não adie a conversa quando o assunto aparecer por causa de alguma notícia ou comentário. Verifique o que seu filho já sabe sobre a morte e se algo precisa ser corrigido.  

3. Respeite o nível de compreensão da criança. Observe os estágios do desenvolvimento:

  • 3 – 5 anos: considera a morte temporária, reversível e impessoal. A fantasia com elementos mágicos é misturada à realidade, por isso ela pensa que a pessoa que morreu poderá voltar a viver. Não pensa na própria morte.
  • 6 – 8 anos: entende que a morte é definitiva. Permanece a noção de impessoalidade. Associa a morte à imagens como a de um esqueleto e, comumente, tem pensamentos negativos e pesadelos com essas imagens associativas.
  • 9 anos em diante: começa a compreender que a morte é irreversível e que está sujeita à ela, ou seja, inicia o caráter mais pessoal da morte.

Vale a pena ressaltar que cada criança se desenvolve dentro do seu próprio ritmo, e que as idades apresentadas podem variar.

 4. Trate com clareza as narrativas bíblicas que tratam de personagens que lidaram com a morte. Deixe claro que a morte entrou no mundo por causa da pecado e que esse não é o plano original de Deus. Aproveite para anunciar a boa notícia da salvação e da vida eterna que temos em Cristo, e que Ele venceu a morte (1Co 15.26; 55). A criança precisa entender que a nossa vida não está limitada a esta Terra e que há esperança, pois viveremos no lar que o Senhor está preparando para os seus filhos.

1. Fale de forma objetiva sem usar metáforas, do tipo “ele está dormindo”; “nós perdemos a vovó”; “ela virou anjo”; “eles viraram estrelinhas”, etc.  A criança pequena percebe o mundo de forma literal e essas metáforas podem confundi-la. Fale a verdade, com cuidado, empatia e amor.

  2. De acordo com a idade da criança, apresente informações adequadas. A criança precisa de informações claras, curtas e precisas. Não há necessidade de maiores detalhes, a não ser que a criança faça perguntas específicas.

 3. Incentive a criança a expressar seus sentimentos como tristeza, raiva ou confusão. Estimule-a a desenhar ou escrever e deixe o espaço aberto para ela fazer qualquer tipo de pergunta. Não tente mascarar os sentimentos ou menosprezar a dor da criança. Entenda que ela pode expressar seus sentimentos de várias formas, como retração, impaciência, medos, explosões, alterações de apetite, sono e vigor, etc. Em alguns casos, a criança volta a falar e agir como se fosse bem mais nova. Essas reações são normais, porém não devem persistir por muito tempo. Caso isso ocorra, procure ajuda profissional.

 4. Ajude seu filho a fazer um caderno de recordações ou caixinha com fotos, objetos, frases, relatos sobre a pessoa amada que morreu. Dessa forma, suas lembranças estarão sempre ao alcance quando a saudade bater forte.

 5. Entenda que a criança pode fazer pausas no seu período de luto. Em um dia ela vai brincar normalmente e em outro voltar a chorar e sentir-se como um caracol dentro de sua casca. Deixe claro que tudo bem sentir a alegria e depois tristeza. Com o tempo, essa tristeza enorme vai mudar para uma saudade tranquila e serena.

 6. Seja um exemplo para o seu filho. Isso não quer dizer que você precisa ser forte o tempo todo e não demostrar seus sentimentos. Seja sincero em expressar sua dor e saudade, mas também a confiança no amor e cuidado de Deus. É comum a criança pensar que seus pais ou pessoas mais próximas também irão morrer e ela ficará desamparada, por isso, reforce o amor e amparo do Senhor.

Que o Senhor Jesus, aquele que venceu a morte e nos deu a vida eterna e abundante, lhe conceda sabedoria e sensibilidade para que seus filhos cresçam confiantes na presença amorosa e atuante do Deus Pai.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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