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Manipulação, em todas as camadas da população, é a tônica de um país corrupto, opina psiquiatra.

Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site: Facebook de Marcelo Ferreira Caixeta.
Autoria do texto: Marcelo Ferreira Caixeta.
Data de Publicação: .
Leia a matéria na íntegra clicando aqui. Facebook de Marcelo Ferreira Caixeta
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Por que o povo brasileiro é tão “psicopata” ? Tem estudos psiquiátricos que abordam isso:

(1)Cunha, G. R., & Gomes, C. F. (2013) (2)Del-Ben et al. (2006) : prevalência do Tr Pers AntiSocial na população geral brasileira é de aproximadamente 1,5%.(3)Ribeiro, M. R., Quintana, M. I., Higashi, H. G., Taborda, J. G. V., Mari, J. J., & Andreoli, S. B. (2014). Prevalence of Mental Disorders among Prisoners in the State of São Paulo, Brazil. PLOS ONE, 9(2), e88836.

Lido com psicopatas graves em nível hospitalar, desde 1981. Mas o psicopata não está só dentro do hospital, está sobretudo fora. Praticamente todo mundo – inclusive eu – “psicopatiza” aqui no Brasil. O “jeitinho brasileiro” é um tipo de psicopatia: engambelar, enganar, aproveitar, manipular, para você conseguir o que você quer. Já nascemos com vontade de enganar, pois tudo no Governo é enganação. É enganação mas toda a sociedade mais organizada mama no Governo (e a sociedade menos organizada vive das sobras desse leite). Vivemos do Governo mas ninguém confia em nada do Governo, da polícia aos médicos, dos juízes aos professores. Quando você não tem uma banquinha de pipoca para cuidar, você vive de engambelação: o paciente não é seu, se morrer não é problema seu, se o hospital dar remédio vencido não é problema seu. O Governo nos ensina a ser psicopata : não temos de cuidar e ser responsáveis por nada, não precisamos ficar neuróticos com nada. Todos os gestores do Governo que estão perdendo milhões, cujos órgãos estão sendo processados em crimes graves, estão com sorriso no rosto. Quem empreende, só em uma coisa: sonegar, burlar, enganar, dar um “jeitinho”. Levamos esse jeitinho para nossas relações inter-pessoais, enganamos, manipulamos, repetimos os erros sem medo de punição, vergonha, responsabilização. Tudo na base das expressões que só existem no Brasil: “vai-que-dá”, “se-colar-colou”, “tô-nem-aí”, “não-é-comigo-mesmo”. Até nossa expressão de desespero (“é complicado”…) apenas reconhece um problema leve, não assume culpa, é superficial, com tipinho de “joga-a-bola-pra-frente”. É uma expressão que usamos quando queremos mudar de assunto, quando não queremos aprofundar nada, queremos, mais uma vez, dizer que “isso não é comigo”, “deixa prá lá”, “não vamos mexer nisso”, “vamos mudar de assunto”, “o que não tem solução solucionado está”. Desde pequenos, o Governo, a Escola, os Hospitais, nos ensinam isso: “isso não é culpa sua”. Desde pequenos queremos nosso direitos, “vamos dar um jeitinho”, sem querer responsabilidade com nada (por isso o grande sonho de consumo da classe culta brasileira é o de ser funcionária pública, pensionista do Exército ou do Judiciário). Montou uma banquinha de pipoca, a Vigilância Sanitária, a Receita, o Fiscal, o Policial, Promotor, Juiz, a Imprensa, te fazem desistir rapidinho. Falam assim pra você: volta pro mundo do descompromisso, da superficialidade e do jeitinho ! Abandona a neurose e volta para a psicopatia!

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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We need another great flood. pic.twitter.com/LyE4Ryrmg5 — Ian Miles Cheong (@stillgray) July 8, 2024 – Que tal ser um gato? – Humm…bom, eu sei exatamente

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