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Maturidade psicológica requer buscar a verdade, com coragem.

Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site: Twitter de Colin Wright.
Autoria do texto: Colin Wright.
Data de Publicação: .
Leia a matéria na íntegra clicando aqui. Twitter de Colin Wright
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Leia a reportagem completa em Redux.

Comentário do biólogo Colin Wright:

O mais louco é que, embora esta seja a primeira vez que Khelif admita publicamente ter cromossomos XY (masculinos), esse fato já era conhecido há mais de um ano por meio de entrevistas com seu treinador e registros médicos vazados. Mesmo assim, nenhum grande veículo de notícias de esquerda noticiou o fato.

Apresentei todos esses fatos no meu Substack e alguns no The Wall Street Journal. Apesar das evidências inegáveis, alguns ex-amigos meus no Facebook recusaram-se a acreditar simplesmente porque veículos em que confiam, como o The New York Times e o The Washington Post, não publicaram suas próprias matérias “confirmando” o que eu já havia documentado.

Isso diz muito sobre a dependência deles na autoridade institucional em detrimento da própria capacidade de avaliar as evidências. Os principais veículos de comunicação de esquerda entendem bem essa dinâmica. Se simplesmente não noticiarem uma história, seus leitores presumirão que se trata de desinformação. Até hoje, o NYT e o WaPo permanecem em silêncio. Eles ainda não noticiaram esses fatos que agora vieram diretamente do próprio Khelif. Como resultado, grandes setores da esquerda jamais saberão a verdade, pois foram condicionados a desconfiar de qualquer informação que não tenha sido previamente aprovada por seus guardiões da mídia preferidos.

Foto de 1936. Acredita-se que o homem destacado seja August Landmesser,

Decidir o que é ou não verdade não é apenas um processo cognitivo; está profundamente ligado ao caráter, à virtude e à psicologia moral. Em uma extremidade encontra-se o caminho de menor resistência: ir com o fluxo. Esta abordagem decorre da conformidade, uma poderosa heurística social que prioriza o pertencimento, a harmonia e a segurança emocional em detrimento da precisão.

Psicologicamente, ela baseia-se na necessidade de se evitar a rejeição e a dissonância cognitiva, como visto nos experimentos de Asch. Neles, os indivíduos suprimem suas próprias percepções para se alinharem com o grupo. Aqui, a covardia intelectual reina: um vício enraizado no medo de ficar separado, de contestar as narrativas prevalecentes, ou de enfrentar o ostracismo social. Requer pouco esforço ou auto-exame; simplesmente absorve a visão dominante, racionalizando o desconforto para preservar a afiliação e a auto-imagem. O traço de caráter em jogo é uma forma de timidez: evitar o risco intelectual, onde a verdade se torna secundária com relação ao conforto e à aceitação.

Em contraste, buscar a verdade por meio do raciocínio crítico e independente exige virtude genuína, especialmente coragem intelectual. Esta média aristotélica encontra-se entre a credulidade precipitada e a dúvida paralisante; é a disposição para enfrentar evidências desconfortáveis, questionar os próprios preconceitos e manter conclusões fundamentadas mesmo quando impopulares. Tal coragem requer resiliência contra a pressão social, disposição para suportar o potencial isolamento ou ridículo, e perseverança em face da incerteza. Baseia-se em pontos fortes de caráter como a autonomia (confiar no julgamento fundamentado em vez de na autoridade ou maioria), humildade intelectual (abertura à revisão) e um senso de responsabilidade pessoal, vendo a busca da verdade não como opcional, mas como um dever para consigo mesmo e para com a realidade. Desenvolver este caminho requer prática deliberada: aprimorar as habilidades analíticas, cultivar a tolerância emocional ao desconforto e construir autoeficácia para resistir aos instintos do rebanho.

Em última análise, a escolha reflete uma divisão fundamental no caráter humano. Muitas vezes, seguir o fluxo mascara a covardia disfarçada de pragmatismo, sacrificando a autenticidade pela facilidade. A busca da verdade independente, por outro lado, incorpora coragem e virtude, promovendo maturidade psicológica, integridade e verdadeira liberdade de pensamento, mesmo a custo pessoal.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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