Será que os espetáculos de drag queens são apenas uma forma de arte inofensiva para todas as idades?
Foi assim que um dos oradores apresentou a questão perante o Comitê Judiciário da Câmara do Arizona, ao se opor a um projeto de lei que restringiria a presença de menores em apresentações de drag queens.

Arizona, 04-02-26
Exposição ilegal: menores, show de drag queen
Quando questionados pela mídia sobre por que esses programas são bons para crianças, a resposta foi reveladora: eles questionam as normas de gênero de maneiras divertidas.
Mas pare por aí.
Por que se deve ensinar às crianças a questionar verdades básicas sobre a natureza humana?
Por que desestabilizar a identidade é considerado uma virtude?
E por que isso precisa ser feito na frente de menores?
Nesse ponto, a discussão muda da “arte” para a antropologia.
A mensagem subjacente não é simplesmente a autoexpressão. É esta: A realidade deve se curvar ao desejo.
É dito às crianças: Seja você mesmo, defina-se, e o mundo terá que se adaptar.
Mas não é assim que a maturidade funciona.
Não prosperamos fazendo com que a realidade se submeta a nós.
Prosperamos ao aprender a compreender a realidade tal como ela é.
Para os cristãos, isso significa a realidade tal como foi criada por Deus.
Existe uma diferença profunda entre ensinar às crianças a criatividade dentro do processo criativo e ensinar-lhes que a própria criação é negociável.
Este debate não é sobre figurinos.
Trata-se de decidir se educamos as crianças para que se compreendam como parte da realidade, ou se as incentivamos a exigir que a realidade se adapte aos seus desejos em constante mudança.
xhttps://x.com/dr_owenanderson/status/2022352175834464662






