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Por Amanda Pretigiacomo, no Daily Wire. Leia o artigo completo e assista o vídeo aqui..

O chamado programa Hora do Conto (DQSH), no qual homens crescidos, vestidos como mulheres excessivamente teatralizadas e sexualizadas, liam crianças em bibliotecas públicas, surgiram em todo os EUA, nos últimos cinco anos. Muitos pais levantaram sérias questões e preocupações sobre a natureza geral hiper-sexualizada das drag queens e a clara agenda de transexual sendo forçada em mentes jovens impressionáveis.

Essas preocupações foram terrivelmente validadas, em setembro, pela drag queen Dylan Pontiff, que admitiu, orgulhosamente o objetivo da DQSH:

“Eu sou uma pessoa que passou por muita coisa em suas vidas [sic]. Fui intimidada a maior parte da minha vida por ser um homem gay, não necessariamente sendo o que um homem típico é, e eu pensei que esse evento mostra pessoas, e mostra às crianças, especialmente nessa idade, que entender que as pessoas são diferentes de você não as torna necessariamente anormais ou não boas”.

A drag queen condenou a “quantidade de ódio” que  recebeu dos moradores e classificou a oposição à DQSH como “incompreensão” e intolerância.

“Eu não estou lá para empurrar agenda nenhuma”, afirmou, antes de admitir o “treinamento” de crianças pequenas.

Pontiff também rejeitou a ideia de que as drag queens, nesses eventos, são inadequadas para a idade ou excessivamente sexualizadas, já que drag queens, como atores, podem recusar fazer performances quando necessário:

“Sou tão talentosa quanto uma cantora ou dançarina, ou qualquer um que tenha um talento especial, é só eu vestir de mulher e entreter uma multidão. Eu posso entrar e entreter adultos em um clube e também entreter um grupo de estudantes e crianças pequenas. Eu sou capaz de fazer isso porque sou um adulto e capaz de me filtrar”.

Leslie Alexander, um morador, contestou:

“Isto não é sobre tolerância ou anti-bullying. É um esforço direto e intencional para criar confusão e dúvida de gênero entre as crianças muito pequenas, no exato momento em que elas precisam de orientação e compreensão sólidas. A intenção é plantar uma semente para tornar as crianças mais propensas a questionar sua sexualidade ou gênero numa idade posterior.”

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