Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

 

Depois da moça que é gata, agora temos o rapaz que é alienígena

 

Vinny Ohh, de Los Angeles, Califórnia, teria gastado US $ 50.000 em mais de 110 cirurgias plásticas destinadas a transformá-lo em um alienígena sem gênero.
 
Ele está preparado para gastar mais US $ 160.000 para financiar seu sonho.
 
De acordo com o Daily Mail, ele acredita que não é nem masculino nem feminino e, como tal, vai retirar sua genitáias.
 
Ele também está se livrando de seus mamilos e umbigo e usa lentes de contato pretas.
 
“Eu quero ser um ser alienígena assexuado”, diz ele. “Eu quero que meu lado de fora reflita o que eu sinto.”
 
“Eu não quero que as pessoas pensem que eu estou tentando me transformar em uma mulher. Eu posso viver sem órgãos sexuais, então por que eu deveria ter um pênis ou uma vagina?”
“Eu meio que pareço um marciano, tenho uma cabeça realmente grande, sem sobrancelhas e eu acabo de me conectar com isso”, diz ele.
 
Também diz que ele se auto-nomeia como uma criatura “extra-terrestre, hot-mess e auto-obcecada”.
“Eu não pareço real e as pessoas adoram”, ele declara. “Algumas pessoas disseram que querem que seus filhos sejam como eu e que eu sou uma inspiração para as crianças que se sentem deslocadas”.
 
Ele deve aparecer em The Plastics of Hollywood,  um reality show com viciados em cirurgia plástica e suas tentativas de fama.
 
Marcella Iglesias, produtora do programa, prevê: “Vinny é uma nova geração de pessoas que querem parecer diferentes. Em 15 anos, centenas de pessoas vão querer se parecer com ele. “
Vinny na escadaria, com a produtora Marcela Iglesias e Patrik Simpson.
Ele já apareceu no E! Entretenimento.
Artigo original aqui.
Artigo editado em 09/03/2017 para acrescentar a opinião de Jim Denison
 Em Nós não Podemos Ficar Silenciosos, Albert Mohler afirma que “estamos enfrentando nada menos do que uma redefinição abrangente da vida, do amor, da liberdade e do próprio significado de certo e errado”. Ele cita o teólogo britânico Theo Hobson, que argumenta que a revolução moral de nossos dias não tem precedentes na história cristã. Hobson observa dois fatores por trás dos desafios que enfrentamos.
 
Primeiro, a “nova moral” é ou-ou. Ou as igrejas afirmarão a legitimidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo e outros comportamentos não-bíblicos ou não. Não há meio termo.
 
Em segundo lugar, a nova moral substituiu a moral tradicional na base moral de nossa cultura. Houve um tempo, por exemplo, quando o comportamento homossexual era considerado imoral. Agora, a oposição a ele é considerada imoral, homofóbica, repressiva e perigosa. A igreja já foi vista como a guardiã de o que era certo e justo na sociedade. Agora, aqueles que declaram e defendem a moralidade bíblica estão no lado errado da moralidade,aos olhos da cultura deles.
 
Por exemplo, eu acredito que Vinny Ohh está abusando do corpo que Deus lhe deu. Essa frase é suficiente para os defensores da nova moralidade me considerarem perigosamente preconceituoso. O fato de eu basear minha opinião na Bíblia: “Deus criou o homem à sua própria imagem, à imagem de Deus, o criou, macho e fêmea, ele os criou” (Gênesis 1:27) – faz de mim um fanático da Bíblia, um fundamentalista com ódio nos olhos.
 
O que os defensores da moralidade bíblica devem fazer?
 
Podemos tentar pegar o “trem da tolerância” antes que seja tarde demais. Podemos ficar em casa e ridicularizar aqueles que embarcaram nesse trem. Ou podemos ir até a estação e procurar persuadir todosque encontramos a recusar o que Deus proíbe e escolher o que Ele abençoa.
 
O que você quer que alguém faça por você?
 
Jim Denison tem uma coluna diária no The Dallas Morning News, onde comenta assuntos contemporâneos.
star-line-clipart-22
Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.