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O que um profissional faz quando não é capaz de encontra a paz que ele pregara por anos?

Artigo de Tommy Nelson para a revista norte-americana CT Pastors.

Acompanhe a análise feita por um profissional que tem, entretanto, a perspectiva de dentro do problema. O artigo é divido em 3 partes. Leia a segunda aqui, e a terceira aqui.

 

Trinta minutos antes do culto noturno, como sempre faço, eu estava confabulando com pessoas e esperando o culto começar. Do nada, em um instante, todas as minhas forças saíram de mim. Meu corpo ficou mole na cadeira, minha freqüência cardíaca disparou, e minha pressão arterial subiu tão alto que eu podia sentir todo o meu corpo tremendo Eu não tinha certeza do que estava acontecendo. • Fui ao meu escritório e deitei num sofá. Em cerca de 15 minutos, tudo serenou, e eu saí e preguei. Percebi que, depois, que minha boca estava insaciavelmente seca. Algo não estava certo. Fui ao médico, que me internou. Eu finalmente aprendi que estava tendo um ataque de ansiedade ou ataque de pânico.
Refletindo, posso ver que havia sinais de sua aproximação há dois anos. Houve exemplos misteriosos do que eu só posso descrever como um sentimento estranho e assustador. Agora sei que era a aproximação da ansiedade produzida pelo alto estresse e pelo excesso de trabalho – uma ansiedade que, num crescendo, acabaria em ataques de pânico e uma completa depressão.
 
Eu tinha notado que, na primavera e no outono, meu corpo doia. Eu pensei que eu estivesse desenvolvendo alergias, mas o fato é que, apesar de a época do pós-Natal e do verão me darem uma oportunidade para descansar, os programas da igreja sempre se intensificavam de novo na primavera e no outono, e os dores começavam de novo.
 
Depois de três dias no hospital, senti-me descansado e aliviado. Eu tinha feito uma pausa na pregação aos domingos, mas no horizonte havia a conferência para 800 pessoas sobre o livro de Romanos chamada “Romanos, ao Estilo Texas”. A conferência seria gravada para uma série de vídeos de alta qualidade. As pessoas que viriam tinham pagado pelo ingresso. A pressão se instalou. Em 12 sessões, eu ensinaria um livro que normalmente levo os domingos de um ano inteiro para pregar.
 
O atributo mais importante do mundo para mim é o dever: cumprir a minha responsabilidade. Então, isso era como ficar com gripe quinze minutos antes do jogo começar. Era algo que eu não conseguia controlar. Eu poderia pregar engessado ou em uma maca, mas não nas garras desta “coisa” que estava lutando para controlar a minha vida.
 
Minha esperança era que, à medida que a “hora do jogo” se aproximasse, meu corpo iria mostrar-se à altura do desafio, a adrenalina iria fazer efeito, e eu iria abrir caminho através do livro de Romanos. Entăo talvez eu pudesse tirar uma folga a sério. Mas no domingo à noite algo deu terrivelmente errado. Dormir era impossível. Às 2 da manhã, um aumento intenso da ansiedade (embora eu ainda não a tivesse definido como tal) me acordou com um chacoalhão. Tudo que eu sabia era que era um sentimento terrível que eu só podia chamar de sinistro. Era como se algo estivesse seqüestrando meu ser. Eu li um livro até cerca de 6h, então eu tentei dormir novamente. Mas outra descarga de aflição me atingiu, despertando-me da cama.
 
Saí para dar um passeio. A sensação estava crescendo em intensidade. Enquanto caminhava, eu recitava a Sagrada Escritura – Salmo 23, Romanos 8 – constantemente procurando a Deus enquanto esse seja-o-que for, me envolvia. Minha esposa, Teresa, já estava de pé a essa altura e disse que devíamos sair para tomar o café da manhã para tirar a minha mente do que estava acontecendo comigo. Enquanto ela se vestia, a ansiedade me atingiu como um furacão.
 
Eu tinha ouvido falar do termo ataque do pânico, mas é sempre algo que pode acontecer com alguma outra pessoa, não comigo. Seu corpo reage ao estresse contínuo entrando numa reação de luta ou fuga. Todo o seu sangue vai para as pernas, e sua visão se afunila. Você fica tonto, e sua pressão arterial dispara. A ansiedade atinge o pico de pânico de primeira classe sem motivo algum.
 
Seu primeiro pensamento é que você está perdendo a cabeça. O ataque dura apenas vinte minutos ou isso e depois começa a reduzir, mas deixa um efeito secundário chamado transtorno de ansiedade, porque você fica constantemente preocupado com o ataque recorrente. A pior parte é que se um ataque de pânico é um 10, depois a ansiedade contínua é um 6. É como uma dor de dente persistente.
 
E a ansiedade é apenas […]
Leia a Segunda Parte deste artigo aqui.
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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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