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Todo o avanço da agenda progressista se deu por meio de uma simbiose do marxismo com as "ciências da mente".

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Integrantes da Escola de Frankfurt. Karl August Wittfogel, Rose Wittfogel (1889–), unbekannt, Christiane Sorge, Karl Korsch, Hedda Korsch, Käthe Weil, Margarete Lissauer (1876–1932), Béla Fogarasi, Gertrud Alexander – stehend v. li. n. re.: Hede Massing, Friedrich Pollock, Eduard Ludwig Alexander, Konstantin Zetkin, Georg Lukács, Julian Gumperz, Richard Sorge, Karl Alexander (Kind), Felix Weil. Fonte: See page for author [CC BY-SA (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)]

Por Marco Frenette.

Do casamento do marxismo com as “ciências da mente”

Os frutos menores dos conhecimentos dos processos emocionais e psíquicos do ser humano são os tratamentos individuais que, quando funcionam, aliviam momentaneamente o sofrimento das pessoas. São tratamentos espalhados pelo mundo sob as mais diversas nomenclaturas e crenças. Esses frutos menores são bons.

Já os frutos maiores são terríveis, porque podres sob uma casca de aparência saudável; e só aumentaram exponencialmente o sofrimento da humanidade.

Toda a engenharia social e as revoluções culturais levadas a cabo pelos marxistas nos últimos cem anos tiveram apoio substanciais das chamadas “ciências da mente”.

Basta ver que as obras fundamentais e detonadoras de comportamentos doentios e/ou animalescos (“comportamentos libertários”, no jargão da criminalidade esquerdista”) são uma mescla dessas “ciências” com a “ciência” do marxismo.

“Eros e Civilização”, de Herbert Marcuse, que retratou um tipo ficcional de homem, o coitadinho que é “oprimido” por precisar trabalhar e se comportar feito gente em vez de se entregar aos seus impulsos, é o maior exemplo de associação criminosa formada pelo marxismo e pela psicanálise.

Marcuse é especialnente importante por ter sido o principal teórico dos “valores” que nortearam os movimentos de contracultura dos anos 1960, a exemplo do movimento hippie, e também do anterior, o dos beatniks.

Mas Marcuse nunca esteve só na criminalidade. Mais ou menos concomitantemente, Wilhelm Reich aumentava o chorume em torno do suposto “homem reprimido pela sociedade capitalista e incapaz de expressar livremente suas necessidades amorosas”, o que é apenas uma maneira elegante de Reich criticar o homem trabalhador e familiar enquanto elogia o vagabundo libidinoso.

Ainda nos anos 1960, tínhamos Alfred Kinsey, um psicopata disfarçado de pesquisador das repressões sexuais, que, com financiamento da Fundação Rockefeller, fez “experimentos” sexuais com crianças das mais variadas idades.

E o que dizer dos doentes mentais adeptos da antipsiquiatria, os quais, loucos que são, dizem que loucura é algo que não existe? Para os criminosos fundadores dessa seita, a exemplo de Thomas Szasz e David Cooper, loucura é apenas um coisa (ideia) que colocaram na sua cabeça…

Todo o avanço da agenda progressista no mundo, desde a pedofilia até as ideologias de gênero, passando pelas drogas, racismo e aborto, se deram por meio de uma simbiose do marxismo com as “ciências da mente”.

Wilhelm Reich, por exemplo, dizia que o racismo e a escravidão nasceram da inveja sexual que o homem branco tinha do negro. Esse era o “profundo” conhecimento de psicologia humana que esse marxista detinha…

Não houve aspecto da vida humana que essa horda de criminosos e doentes (Marcuse, Reich, Foucault, Laing, Kinsey, Shulamith Firestone…) não envenenasse com a ideia da “necessidade de vencer a repressão sexual que a sociedade capitalista impõe”.

Essa “vitória” da esquerda sobre a “repressão sexual do capitalismo” inclui, “naturalmente”, a liberação e normalização do incesto, da pedofilia, da necrofilia e da mutilação de crianças em nome da ideologia de gênero.

A ordinariedade comportamental que hoje é regra, também tem diretamente a ver com as ideias e militâncias desses autores citados.

A normalização da prostituição já ocorre em todos os níveis da vida. Uma jovem num bar, primeiro se inteira da situação financeira do rapaz antes de decidir se libera ou não. Tem a prostituta mirim que serve a uma dúzia de traficantes nos bailes funk. Tem a mulher que dorme com o chefe para ser promovida ou simplesmente não perder o emprego.

Claro que antes da associação criminosa entre o marxismo e as “ciências da mente”, todos esses comportamentos já existiam, mas NÃO TINHAM JUSTIFICATIVA MORAL E TEÓRICA.

Atualmente, as mulheres não se envergonham de serem prostitutas, assim como os homens não se envergonham de serem ladrões, viciados ou defensores de ladrões. Temos até monja zen que gritou “Lula Livre”, além de “artista” nu em Museu de Arte Moderna se deixando acariciar por crianças.

Todas essas bizarrias que hoje são aceitas como “naturais”, como “parte da vida democrática”, têm estreita ligação com as ideias dos teóricos marxistas embebidos nas “ciências da mente”.

Uma forma de constatar essa ligação – ou melhor, essa solução de continuidade – é ler as defesas que jornalistas, pesquisadores e acadêmicos fazem dos bailes funk, do incentivo à pedofilia em museus e da ideologia de gênero.

Nessas defesas, eles se traem pela linguagem, usando termos como “repressão sexual”, “forças reacionárias”, “amor livre”, “sociedade capitalista” e “preconceito burguês” – todo um rosário ficcional nascido das mentes dos criminosos aqui nomeados.

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