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Depois de passar duas noites na Unidade Intensiva de Tratamento (UTI) do Hospital Samaritano, a repórter Nadja Haddad, baleada no dia 29 de agosto de 2005, num tiroteio no Morro Dona Marta, foi transferida para uma unidade intermediária. A bala perfurou o pulmão, houve hemorragia e ela passou por dois hospitais antes de ser atendida, correndo sério risco de vida ou de ficar paraplégica, pois a bala passou por poucos milímetros da artéria aorta e perto da coluna. Nadja, de 24 anos, está ansiosa para receber alta e poder voltar a trabalhar. – Ela não vai desistir do jornalismo por causa disso. Está doida para se recuperar e voltar ao trabalho – contou ontem seu namorado, o médico Ramiro Peixoto Cruz, de 28 anos.

Para tentar superar o trauma, a jornalista tem praticado tiro esportivo. Abaixo o texto do vídeo:

“Quero te fazer uma pergunta. Que que você faz com seus medos? Você foge? Você enfrenta? E com seus traumas? Eu resolvi enfrentar. Conta para os seus medos que sua vontade de vencer é muito maior do que eles. Conta para os seus traumas também que eles só serviram como bom aprendizado. E seja intenso. Sempre intenso. Quando a gente é raso, não corre risco nem de se afogar. Ah, e um último conselho. Grita! Coloca pra fora tudo aquilo que te faz bem ou te faz mal. Não guarda, não. Como todo mundo sabe, o amanhã pode não aconhecer. E o hoje é o seu melhor e maior presente”

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.