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Por Marco Frenette.
Gays felizes não militam

Se para se sentir um ser humano completo, o indivíduo precisa se autodefinir, para si próprio e para o mundo, a partir de sua opção sexual, isso demonstra que ele não precisa da militância LGBT e do STF. Ele precisa de um psiquiatra.

Como não precisa ser gay e nem formado em psiquiatria para abordar esse fato, vou explicá-lo.

Uma mente saudável é ocupada por várias demandas: a cultural, a social, a política, a familiar, a profissional, a espiritual, a benemerente, a recreativa e… a sexual. Todas essas demandas precisam equilibrar-se para a pessoa não adoecer psicologicamente.

Se qualquer uma dessas demandas torna-se tão brutal dentro do coração e da vida de uma pessoa a ponto de ela se definir por um único prisma – e o mais animal dos prismas – ela adoece, e sofre. Sofre muito, por mais que venda ao mundo a imagem de pessoa liberal e descolada.

A faceta exterior desse sofrimento mental é o comportamento agressivo e deprimente que exibem em seus protestos, desde o ato sórdido de enfiarem crucifixos no ânus até defecarem em público.

Uma pessoa precisa estar sofrendo muito para fazer essas bizarrices e acreditar que está abafando. Pessoas assim precisam de ajuda especializada.

Gays felizes não militam, justamente porque todas as outras demandas de suas vidas estão contempladas. É por isso que Ney Matogrosso e Agustin Fernandez se recusam a ser rotulados dessa forma tão estúpida, assim como Clodovil e Fred Mercury também se recusavam.

E para pegar um exemplo internacional, e de esquerda, falemos do cineasta Pier Paolo Pasolini. Famoso, ele era procurado para servir de bandeira ao movimento gay. Sua resposta era essa: “Vocês estão equivocados. Vocês próprios estão criando seus guetos, se isolando, tratando-se como párias”. Ele deu essa resposta a muitos, inclusive ao escritor Alberto Moravia.

Vejam: até um comunista, quando equilibrado em suas demandas emocionais e psíquicas, é capaz de perceber o impulso doentio que alimenta os movimentos gays.

Pasolini gostava de rapazes. Porém, se completava como ser humano a partir de seu cinema, sua poesia, seu trabalho, sua paixão pelas artes marciais, entre tantos outros interesses.

Todos esses citados são exemplos inspiradores para os gays que optam por uma vida digna e completa, e não por uma militância que é um verdadeiro atraso de vida.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

Divulgação

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