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por Jennifer Slattery. Leia o artigo original aqui.
Você já se sentiu como se sua casa fosse um reality show? Existe alguma maneira de trazer a paz para o seu caos?
Drama é algo inerente à infância, mas isso não significa que nós, os adultos, precisamos ser sugados por ele. Aqui estão seis passos para trazer paz, ordem e autoridade adequada de volta ao seu lar.
 
1. Devemos aprender a aceitar – e lidar com a tensão
 
O estresse e as dificuldades fazem parte da vida, e toda família tem tensão e caos. Faz parte de se viver em um mundo ocupado, incerto e em constante mudança. Os empregadores colocam demandas crescentes sobre o nosso tempo, os horários dos nossos filhos podem facilmente inflar, e as questões financeiras nos atingem quando somos menos capazes de lidar com elas. A vida é caótica, mas o caos e a tensão não necessariamente criam drama.
Os pais precisam esperar que a vida contenha certa quantidade de luta emocional. Mais do que isso, eles devem aprender a resistir à luta de forma emocionalmente saudável e centrada em Cristo.
“Algumas coisas na vida nunca serão resolvidas”, diz Conn. “Quando as famílias vivem como se cada questão tivesse uma resolução, elas estão colocando muita pressão sobre cada membro para que vivam com um padrão impossível. Algumas (se não a maioria) questões que surgem são tensões que devemos administrar, e não problemas que devemos resolver. Pode haver tensão sem drama.”
 
2. Devemos ser exemplo do comportamento adequado de controle de estresse
 
Você já notou certos comportamentos surgindo em todos os membros de uma família? Você viu uma criança reagir exageradamente, de uma maneira que lembra seus pais? As crianças não nascem com habilidades de resolução de problemas e, muitas vezes, elas sentem que estão mal equipadas para lidar com eles. Nosso papel é ensinar e mostrar-lhes um controle adequado de estresse. E devemos ter cuidado para não lhes ensinar maneiras inadequadas de enfrentar os desafios emocionais.
 
3. Precisamos nos concentrar primeiro em nós mesmos
É normal perder a paciência de vez em quando e, ocasionalmente, todos agem de forma inadequada. Isso não quer dizer, no entanto, que alegamos que é a “natureza humana” e damos as costas. Em vez disso, usamos a situação como uma oportunidade de ensino.
Quando um filho incomoda, por exemplo, podemos responder com rispidez. Outros fatores, como a  falta de sono podem concorrer para essa reação. Mas é falta de respeito, e devemos deixar claro para o filho que o comportamento é errado e infantil.
E pedir desculpas.
Isso faz duas coisas. Em primeiro lugar, resolve a questão antes que uma amargura subjacente,  induzida pelo drama pudesse se formar. Em segundo lugar, mostra o quanto os pais valorizam o comportamento saudável, e  transforma uma situação tensa em uma autêntica oportunidade de aprendizagem. Uma oportunidade de aprendizagem que, se se escolhe não usá-la, pode separar, em vez de unir os corações.
 
Como pais, vamos errar. Muito. Muitas vezes nas áreas que estamos tentando ensinar. Isso não significa que somos fracassos ou hipócritas, mas sim seres humanos imperfeitos fazendo o nosso melhor. Explosões freqüentes, no entanto, estabelecem o precedente para o drama. As crianças aprendem melhor observando-nos, seus pais. Se não conseguimos gerenciar nossas emoções, como podemos esperar nossos filhos façam isso?
 
Para muitos de nós, isso representa um desafio, porque requer muita aprendizagem, honestidade e vulnerabilidade à medida que buscamos desenvolver dentro de nós mesmos o que esperamos treinar nos nossos filhos. Mas pode ser feito, e à medida em que aprendemos e crescemos, podemos atrair nossos filhos para junto de nós, incentivando-os a seguir nossa liderança.
 
4. Precisamos resistir ao desejo de discutir
 
Duas coisas acontecem quando se alimenta uma discussão prolongada e acalorada com o filho adolescente:  alimenta-se o drama do adolescente, e mina-se a autoridade do adulto.
 
Você deve fazer se perguntar: “Por que estou está discutindo com ele?” 
Pastor Conn coloca desta forma: “Lembre-se, não estamos concorrendo para o papel de pais. Nós somos os pais. Não entre em discussão como se você precisasse defender sua posição. Você, como pai, tem autoridade; seu filho sabe disso. A possibilidade de que seu filho possa questionar sua decisão não altera essa verdade fundamental. Portanto, fale racional e calmamente. Na maioria das vezes, os pais perdem o controle quando se sentem pressionados a se defenderem. Assuma o seu papel e deixe seu filho lidar com o peso dessa decisão.”
5. Devemos evitar o comportamento passivo-agressivo
A comunicação clara e aberta é sempre melhor. Se você deseja que seu filho limpe seu quarto, diga isso a eles e os informe o que acontecerá se não o fizerem. Depois, siga até o fim. Fazer comentários sarcásticos ou reagir com comentários passivo-agressivos do tipo: “Eu não ficaria surpreso se todos os tipos de insetos se instalarem naquele seu porto de baratas.” são contraproducentes.
O sarcasmo pode parecer engraçado na televisão, mas em casa, ele destrói. De acordo com Pastor Conn, “é uma forma de manipulação velada que presume que todos os outros são o lado mais fraco. Nossas reações aos nossos filhos devem ser iguais se sabemos que estão eles errados ou se sabemos que estamos corretos: humildade. Você pode ser humilde e resoluto simultaneamente.”
E, novamente, devemos ser diligentes em ser exemplo do comportamento que queremos que nossos filhos adotem. Se somos manipuladores, sarcásticos e passivo-agressivos, devemos esperar que eles atuem da mesma forma.
6. Devemos expandir continuamente a visão de mundo de nossos filhos
Vivemos em uma sociedade cada vez mais egoísta onde nós, e nossos filhos, somos bombardeados com mensagens que lhes dizem que a vida se resume a eles próprios. Além disso, muitos pais sentem uma incrível pressão para inundar seus filhos com todas as oportunidades possíveis. O ponto culminante disso pode resultar em crianças egocêntricas, que não aprenderam a considerar os pensamentos, as emoções e as necessidades dos outros.
Conn explica: “Uma coisa pequena que vivenciei em meus muitos anos trabalhando com alunos é que, normalmente quando há drama do ponto de vista do adolescente, é porque eles estão vivendo uma vida com uma visão de mundo pequena.” Eles ficaram presos em si mesmos demais. Como pais, é nossa responsabilidade ajudá-los a expandir sua visão de mundo.”
Nós podemos fazer isso criando oportunidades para eles servirem as pessoas pobres ou em risco. Para as crianças mais novas, podemos participar de movimentos e de organizações, convidando nossos filhos a participarem ativamente desse processo. Podemos servir como família em cozinhas e abrigos para pessoas sem-teto. Quando ficarem mais velhos, podemos fazer viagens missionárias como família. A mudança que esses eventos incentivam é profunda porque permite que nossos filhos reconheçam e apreciem as bênçãos que têm, ao mesmo tempo que os incentiva a fazer parte da mudança de vida em suas comunidades e no mundo.
Criar filhos é difícil e forjado no estresse e tensão, e as crianças são produtores naturais de drama. Mas nós, os pais, podemos monitorar o nosso próprio comportamento e lidar com as nossas próprias emoções, certificando-nos de que não estamos contribuindo para o problema. Daí, quando surgir uma discussão, podemos nos recusar a nos envolver. Se não o fizermos, o nível de drama em nossas casas deve diminuir drasticamente.
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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

Divulgação

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